segunda-feira, 2 de novembro de 2009

PESQUISA: JOVENS COMEÇAM A BEBER AOS 12 ANOS

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sábado, 24 de outubro de 2009

ALUNO ATACA PROFESSORA: FRUTOS DE UMA CULTURA NATURALISTA, EVOLUCIONISTA, ANTITEÍSTA, ANTIMORAL, MATERIALISTA, ESQUERDISTA E CONSTRUTIVISTA.

E Aluno de 12 anos agride professora em Florianópolis

Florianópolis - Agressão física e ofensas verbais de um aluno de 12 anos da 5ª série do Ensino Fundamental contra sua professora de português viraram caso de polícia. O fato ocorreu ontem, em Florianópolis, na sala de aula do Instituto Estadual de Educação (IEE), maior colégio público de Santa Catarina, atualmente com cerca de cinco mil alunos matriculados.

A repreensão da professora ao adolescente que brincava com o celular enquanto a aula era dada deu origem à briga. Segundo versão da professora, que preferiu não se identificar, o aluno se recusou a guardar o celular ao seu primeiro pedido. Quando pediu para que o aparelho lhe fosse entregue, o aluno levantou-se da carteira e partiu em sua direção com agressões verbais e físicas.

"Me deu um tapa no braço e veio para me dar um soco. Eu disse que se ele tivesse este tipo de atitude teria que encaminhá-lo para a polícia", relatou a professora.

Com o adolescente descontrolado e chutando carteiras de outros alunos, a professora pediu o auxilio de um coordenador, sendo os dois encaminhados para a direção da escola. Em seguida, a professora procurou a polícia para fazer um boletim de ocorrência. Conforme a professora, esta foi sua primeira agressão física feita por um aluno em 21 anos de magistério.

Com histórico de agressões verbais a outros professores, o adolescente foi afastado da escola, preliminarmente, por um período de sete dias, podendo ser afastado definitivamente. A professora recebeu folga por tempo indeterminado. A diretora geral do IEE, Gilda Mara Marcondes, defendeu a professora. "Ela ficou ferida no braço mas também no coração. Isso abala", comentou.

Este não foi o primeiro caso de agressão no ambiente interno do IEE neste ano. Na primeira quinzena de agosto deste ano, uma mãe de aluno entrou no colégio e agrediu violentamente, com tapas e pontapés, uma professora. A mãe justificou o ato à denúncia da filha de oito anos que sua professora lhe batia.

Por conta da repercussão do caso as aulas chegaram a ser suspensas. Cerca de 100 professores da instituição repudiaram a atitude violenta em passeada pelas principais ruas da cidade. Pelo menos outras três agressões graves contra professores foram registradas em 2008 e 2009 em Florianópolis.

Fonte e adaptação: http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/2009/10/23/ult4469u47834.jhtm

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

CALVINISMO, CONFORME A REVISTA TIME, É A IDEIA QUE ESTÁ MUDANDO O MUNDO


A revista Time apontou o novo Calvinismo em terceiro lugar, na sua matéria de capa sobre as 10 Idéias transformando o mundo na atualidade(...).

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

JUIZ DECRETA TOQUE DE RECOLHER PARA PROTEGER JOVENS DE ABUSO SEXUAL NO INTERIOR DE MATO GROSSO.

Abuso sexual contra menores se tornou rotina no interior de Mato Grosso. Os moradores de uma cidade estão assustados com os casos de pedofilia e crimes contra menores. Um juiz decretou toque de recolher para proteger a população e reduzir a violência.

Os estudantes saem da aula apressadamente. O toque de recolher é rigoroso: “Tenho até 23h30 para chegar em casa”, diz uma estudante.

Todas as noites, policiais percorrem as ruas Marcelândia, no norte de Mato Grosso, para fiscalizar o cumprimento da ordem do juiz. Quem é flagrado fora do horário permitido recebe advertência. Os reincidentes são levados para um abrigo.

Quem trabalha ou estuda à noite anda com medo. De acordo com as investigações, os aliciadores agiam nas ruas e praças do Centro de Marcelândia. O alvo eram menores que moram na periferia da cidade e estavam saindo do colégio.

Os encontros eram marcados por telefone. Foram escutas telefônicas gravadas com autorização da Justiça que ajudaram a polícia a revelar esses crimes. Para atrair os menores, os aliciadores ofereciam dinheiro.

Em uma das escutas, o empresário Jovino Scarpin, segundo a polícia, acerta com uma adolescente o que seria o valor de um programa:

Menor – R$ 120, você pode?
Empresário – R$ 120? Vou formar R$ 100.

Nossa equipe localizou algumas vítimas dos pedófilos: “Me dava dinheiro, celular, roupa. Eu me arrependo. Não deveria ter feito isso”.

As revelações chocaram a população, que testemunhou outros casos, ainda mais graves. No abrigo municipal, estão menores sob proteção da Justiça. Eles foram abusados por parente ou conhecido da família.

O juiz Anderson Candioto, que ordenou o toque de recolher em Marcelândia, diz que em alguns casos, os pais são coniventes: “Adolescentes e os pais desses adolescentes, o que é mais grave, entendem que é comum atividade sexual mercantil com homens do município e de outras cidades que vêm para cá se aventurar sexualmente”.

Até um pastor é acusado de utilizar a igreja em que trabalhava para abusar de menores.

“Ele utilizava da sua função de mentor espiritual dos jovens, professor de futebol e de aula de música, atraia as crianças para praticar atos libidinosos”, explica o delegado Luiz Henrique de Oliveira.

Ele foi condenado a 79 anos de prisão por ter violentado seis adolescentes. Até uma arma o pastor usava para coagir as crianças: “Ele colocou uma arma na minha cabeça e me ameaçou. Disse que se eu não fizesse, ia ficar por ali mesmo, ele ia acabar comigo”.

Do ano passado para cá, foram mais de 20 denúncias de abuso sexual. Doze pessoas acabaram presas. Até a Câmara de Vereadores resolveu abrir uma CPI para ajudar nas investigações.

Fonte: Site do Jornal Bom Dia Brasil

domingo, 19 de julho de 2009

OPINIÃO - "O TOQUE DE RECOLHER: DE QUEM É A CULPA?"

por Adenilson Venâncio Duarte ( * )

Não é nenhuma novidade que a violência e o crime tem se tornado um problema cada vez mais freqüente e agudo em nossa sociedade, fato preocupante este se alarma ainda mais quando se trata de criminalidade infantil. O que se questiona aqui não são apenas os obstáculos e as interpretações que esta medida judicial possivelmente se dá em comparação com a constituição da república e com o próprio estatuto da criança e do adolescente (ECA), mas sim as ações de efeito preventivo que possuam em suas raízes uma fórmula educacional consciente, proposto por um âmbito familiar e intermediado também pelo estado.

Sendo assim, á família possui em seu berço valores de extrema significância para o desenvolvimento do jovem, diálogo, educação e o próprio limite, aqui se tratando de limite moderado, frutos estes que se renegados trarão conseqüências negativas e caberá sim ao estado e seus poderes constituídos á adotar medidas, sendo paliativa ou não.

O ponto realmente determinante quando se trata deste assunto é até onde se entende como base a liberdade. Até mesmo porque, se feita uma análise criteriosa disto, não estamos estabelecidos em uma nação totalmente adepta da liberdade, por conseqüência esta desenfreada busca pela liberdade poderá acarretar em problemas de teor irreparável.

Á medida tomada em algumas cidades no Brasil, além de transparecer seu êxito (em números), revela o quanto é problemático o não fortalecimento de uma política preventiva e de ação imediata, tornando desenfreada a criminalidade entre os jovens, e por efeito, as situações que os colocam em situação de risco.

Oportunidades dignas ao lazer, educação enraizada em valores de forte teor, farão com que o jovem realmente se sinta usuário da liberdade, sem que cause qualquer transtorno, qualquer constrangimento, ás famílias, ao estado e principalmente, á este jovem.

Notas:
* Adenilson Venâncio Duarte, graduado em administração de logística pelo instituto de Ensino Superior de Joinville, SC, acadêmico de Direito da Universidade da Região de Joinville - Univille.
https://secure.jurid.com.br/new/jengine.exe/cpag?p=jornaldetalhedoutrina&id=65392&id_cliente=63980&c=3

quinta-feira, 23 de abril de 2009

TRÊS CIDADES DE SP TÊM TOQUE DE RECOLHER

Segurança

Três cidades de SP têm toque de recolher - 20 de abril de 2009

A partir desta segunda-feira, os menores de 18 anos não poderão ficar nas ruas e em outros locais públicos, como shopping centers, depois das 23 horas em Mirassol, Itapura e Ilha Solteira, no noroeste do Estado de São Paulo. O objetivo é reduzir os casos de violência envolvendo menores. Os horários são diferentes e foram fixados de acordo com a idade dos adolescentes nas cidades de Itapura e Ilha Solteira. Nas duas cidades, menores de 13 anos desacompanhados dos pais só poderão ficar nas ruas até 20h30. Já os com até 15 anos têm permissão para permanecer até 22h. Garotos e garotas que têm até 17 anos, prestes a completar 18, devem ir para casa às 23 horas.



A decisão foi tomada numa ação conjunta entre o Conselho Tutelar e a Vara da Infância e Juventude, alegando que no ano passado houve 250 ocorrências envolvendo menores em Itapura e Ilha Solteira. Em Mirassol, o toque de recolher começa às 23 horas, sem classificação por idade. Até o início da noite desta segunda, ao menos três garotas de Mirassol com até 13 anos foram surpreendidas por representantes do Conselho Tutelar e da Vara da Infância e Juventude. Os pais foram chamados para levar as filhas para casa.

(Com Agência Estado)

FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/tres-cidades-sp-tem-toque-recolher-450669.shtml

TOQUE DE RECOLHER PARA MENORES

Justiça - Ilha Solteira - Ilha Solteira poderá ter “toque de recolher” para menores

06/01/2009 - 09:14:00 - Jornal A Voz do Povo

Juiz Fernando Antônio de Lima



Para o juiz “dormir cedo constitui pressuposto para um bom rendimento escolar”; Essa não será a primeira que vez que a Justiça e o Ministério Público, em parceria com outras entidades, agem em proteção dos menores de Ilha Solteira

Durante a diplomação dos candidatos eleitos na última eleição, o juiz Fernando Antônio de Lima, avisou que Ilha Solteira poderá adotar um “toque de recolher” para menores.

No pronunciamento feito durante o evento, o juiz afirmou que ele e o promotor Gustavo Macri Moraes estão lutando pela infância e juventude de Ilha Solteira. “Estamos, inclusive, discutindo com toda a sociedade civil ilhense a possibilidade de instalar o toque de recolher nestas terras. Nossos jovens não podem, durante a semana, continuar até altas horas da noite perambulando pelas ruas. Dormir cedo constitui pressuposto para um bom rendimento escolar”, disse o juiz.

Maiores detalhes sobre a adoção do “toque de recolher” não foram divulgados pelo juiz.

Ação - Essa não será a primeira que vez que a Justiça e o Ministério Público, em parceria com outras entidades, agem em proteção dos menores de Ilha Solteira.

No início deste ano o Ministério Público e o Conselho Tutelar disciplinaram o acesso de crianças e adolescentes aos eventos de Ilha Solteira. A permanência desse público só é permitida a partir do cumprimento de uma série de exigências.

Em portaria editada no último mês de março, a Justiça estabeleceu regras para o acesso de menores em eventos. As crianças com até dez anos de idade podem participar se acompanhados pelos responsáveis, até às 24h00. Após esse horário elas não podem permanecer no local, mesmo que estejam na companhia dos responsáveis.

Já para as crianças entre dez e 14 anos, a permanência nos eventos é autorizada até às 04h00 da manhã, desde que estejam acompanhadas pelos pais ou responsáveis. Após esse horário a permanência é proibida.

Os adolescentes entre 15 e 18 anos incompletos também podem permanecer nos eventos até às 04h00 da manhã, desde que estejam acompanhado dos pais ou responsáveis ou munidos de autorização por escrito dos mesmos.

Pulseiras – Não é permitida a entrada de menores em festas “open bar”, mesmo que estejam acompanhados pelos pais ou responsáveis.

Quando ocorrer venda de bebidas alcoólicas nos eventos, os maiores de 18 anos deverão ser identificados com uma pulseira inviolável. A pulseira deverá ser retirada pelos organizadores quando a pessoa deixar o recinto, impedindo que ela seja repassada para um menor.

Os menores que forem flagrados descumprindo o que exige a portaria, serão encaminhadas imediatamente aos pais e o fato comunicado ao Juizado da Infância e da Juventude, para que seja tomadas as providências cabíveis.

Aos proprietários de estabelecimentos ou promotores de eventos que descumprirem as regras, estarão sujeitos ao pagamento de multa no valor de três a vinte salários mínimos ou o fechamento temporário do local.


FONTE:http://www.regiaonoroeste.com/home.php?content=materias&id=17431

O TOQUE VISA A PROTEGER O CIDADÃO QUE ESTÁ COM SEU INTELECTO E MORAL EM DESENVOLVIMENTO

Ilha Solteira apreende 4 após toque de recolher
Blitz da polícia ocorreu em bares e lanchonetes locais; festa levou à prisão de 30 em Mirassol

Chico Siqueira, ARAÇATUBA
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Quatro adolescentes foram apreendidos em Ilha Solteira (SP), na divisa com Mato Grosso do Sul, na primeira noite de vigência do toque de recolher, imposto pelo Juizado de Menores com objetivo de reduzir a delinquência juvenil. Agora são três as cidades no noroeste do Estado a adotar a medida, iniciada em 2005 em Fernandópolis. Em Itapura, cidade da Comarca de Ilha Solteira onde o toque também foi imposto, nenhuma fiscalização foi feita.

Em Ilha Solteira, a blitz conjunta entre as polícias Civil e Militar, Guarda Municipal e Conselho Tutelar abordou dezenas de adolescentes. A blitz percorreu bares, lanchonetes e casas noturnas da cidade, de 25 mil habitantes e 7,4 mil menores de 18 anos. Adolescentes encontrados perto desses estabelecimentos recebiam recomendação para voltar para casa. Quatro deles, flagrados com bebidas, foram para a delegacia. Dois tinham passagens por infração. Só foram liberados após os pais prestarem depoimentos.

De acordo com o estabelecido pelo toque de recolher, quem tem até 14 anos só pode ficar na rua, desacompanhado dos pais ou responsáveis, até as 20h30, é proibido de frequentar lan houses à noite. Adolescentes com idades entre 14 e 16 anos ficam proibidos de circular sozinhos a partir das 22 horas e os com idade entre 16 e 18 anos só podem ficar nas ruas até as 23 horas.

A lei divide opiniões em Ilha Solteira. Enquanto muitos pais aprovam a ideia, moradores mais jovens a condenam. "É absurdo, a cidade é pequena e calma. A medida tira o direito de ir e vir dos adolescentes", disse o engenheiro Rodrigo Scalvo. Para o juiz da Infância e da Juventude da cidade, Fernando Antônio Lima, além de reduzir infrações, o toque serve para "proteger o cidadão que está com seu intelecto e moral em desenvolvimento". Em sua decisão, Lima disse que a criminalidade juvenil é ligada ao acesso dos menores às ruas, a bebidas e às drogas, o que foi constatado pessoalmente por ele em andanças noturnas pela cidade. O presidente do Conselho Tutelar de Ilha, Eduardo Vasconcelos da Silva, esperava uma apreensão maior. "Deixamos reservada uma van para conduzir os adolescentes, mas não foi preciso"

Em Mirassol, onde não há toque de recolher, 30 adolescentes que participavam de uma festa foram para a delegacia por perturbar o sossego. Eles foram liberados só após a chegada dos pais. Três dos cinco adultos que estavam na casa serão indiciados por incomodar o sossego público e por vender bebida alcoólica para menores. A polícia apreendeu dezenas de latas e garrafas de bebida.


FRASES

Fernando Antônio Lima
Juiz de Ilha Solteira

"(O toque) visa a proteger o cidadão que está com seu intelecto e moral em desenvolvimento"

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090422/not_imp358505,0.php

LAMENTÁVEL ALGUNS SETORES DA IMPRENSA.

Lamentável, quando aparece uma ideia extremamente positiva (TOQUE DE RECOLHER PARA MENORES), a imprensa começa a questionar.

Gostaria que a imprensa questionasse a prostituição, a pedofilia, o homossexualismo e a pornografia estimulados em vários programas.

http://toquederecolherparamenores.blogspot.com/